DVD - Goddess Workout Introduction To Belly Dance

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Este DVD é ótimo para quem está no comecinho e precisa de um treino para lá de básico! 

Dolphina é didática e segue passo a passo as etapas de cada movimento!
Você pode adquirir pela Amazon 

Dê uma olhadinha antes, o material já está disponível pela internet:


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Kundalini Yoga para uma aula de dança do ventre no inverno

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Quando chega o inverno, fica mais difícil fazermos exercícios físicos, embora poucos de nós sabemos que se queima mais calorias em baixas temperaturas. Mas,  ficamos sim com menos disposição para mexer o corpo, justamente porque sentimos mais dores.
Segundo o Kundalini Yoga, neste período, a energia fica concentrada na base da espinha, para despertá-la seguem 3 posturas sugeridas pela professora Sotanter Kaur, você pode encontrá-la no Rio de Janeiro, (21) 2551-4892 Cel: (21)9759-9057 
E-mail: contato@kundaliniyoga.com.br
Passeio no camelo/ Relaxando a lombar

Mais uma descrição da ondulação camelo, que é ótima para relaxar a lombar. Sentada confortavelmente no chão com as pernas cruzadas, posicione as mãos nos tornozelos. Traga os ombros à frente, abrindo as omoplatas retorne para trás mantendo omoplatas abertas e finalmente retorne ao eixo. Mantenha sempre ombros relaxados e o queixo paralelo ao chão.




Círculo Horizontal de Torso/ auxilia a liberar a região pulmonar

Sentada da mesma forma, posicione as mãos nos joelhos, gire o corpo para a frente e para a direita, para trás e para a esquerda. Depois de 8 vezes repita do outro lado mais 8.


Torção de Coluna / Atua na cervical

Coloque as mãos nos ombros (dedos para frente, polegares para trás), cotovelos paralelos com o solo e ombros relaxados. Ao inspirar, gire o torso e os ombros relaxados. Ao inspirar, gire o torso e os ombros para a direita. A cabeça acompanha a torsão, olhe para trás além do seu tronco.


http://www.kundaliniyoga.blogger.com.br/

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Dança do Ventre - identificando e corrigindo uma pisada incorreta

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Na última aula - camelos e deslocamento - falei rapidamente em concentrar o peso do corpo no centro do metatarso e não sobrecarregar o dedinho, caindo com a pisada para fora ou sobrecarregar o dedão com a pisada para dentro.
Aqui temos vários problemas decorrentes de uma pisada incorreta, além de prejudicar o equilíbrio e dificultar a execução de deslocamentos, toda a estrutura óssea pode sofrer com isso e seriamente!

Pois bem, como identificar em uma sala de aula?

Em uma caminhada normal os pés repetem uma sequência que inicia-se do contato do calcanhar (calcanio), depois planta, metatarso e dedos. E termina quando os dedos elevam-se do chão. Na Dança do Ventre procure concentrar o peso no centro do metatarso, como mostra a figura acima à direita, auxilia no seu equilíbrio, melhora a execução dos movimentos, é mais saudável e pode corrigir  os probleminhas que seguem na sequência:

Supinação Excessiva
Ocorre quando a pisada é acentuada nas laterais externas, ou seja, inicia-se na lateral externa do calcanhar, mantém o contato do pé no solo do lado externo e termina tendo como base o dedinho.
Um pé supinado dificulta muito o equilíbrio para movimentos em meia ponta.

Pronado Excessivo
É uma pisada que começa do lado externo do calcanhar, mas sofre uma rotação e o peso é depositado para a lateral interna do pé concentrando no dedão.


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Isis Zahara

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Ondulações da pélvis & deslocamentos

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Segue a continuação da aula sobre ondulações da pélvis, camelo e contrária com deslocamento e floor work, conhecida postura da "sereia".



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Belly Core - exercícios específicos para problemas de coluna

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Aqui vai um post a pedidos de todas que sofrem aquele mal estar chato na região lombar, aquela dor de pescoço, omoplatas, enfim...espero que auxilie.

A bailarina e personal trainer, Rania Bossonis desenvolveu uma seqüência voltada para quem tem dores na coluna, lombar ou cervical, denominada por ela como: Belly Core.

A técnica do Belly Core reúne  movimentos básicos da Dança do Ventre de forma que a repetição tonifica a região abdominal, provoca a expansão e contração dos músculos e impede aquela sobrecarga das vértebras que acarreta em hérnias
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Para quem é bailarina ou conhecedora da dança não há muito mistério quanto ao Belly Core, mas, o importante da prática é que está destinada ao combate das dores, deve ser feita, preferencialmente num tempo de 10 minutos diários, eu acrescentaria até que o ideal é praticá-la antes de um banho quente, acompanhado depois de contraste com compressa fria na região afetada.
 
Quem for praticar em sala de aula poderá utilizar um tintura de arnica e bezuntar a coluna 5 minutos antes começar.




Exercícios BELLY CORE:

seqüência 01
Braços erguidos no alto da cabeça, unidos pelos dedos.
Executar ondulação camelo alto amplo (utilizando a musculatura do alto abdomen) empurrando braços para frente e para baixo.
Abrir braços nas laterais e repetir ondulação camelo alto.

seqüência 02
Redondo grande começando pela frente (D), braços acompanham desenhando um círculo à frente do abdomen.
Oito lateral intenção de frente para trás (DE). braços em "T"


Redondo grande começando pela frente (E), braços acompanham desenhando um círculo à frente do abdomen.
Oito lateral intenção de frente para trás (ED). braços em "T"

seqüência 03
Oito maia para baixo, descendo, calcanhares erguidos, joelhos alinhados, coluna ereta, pélvis contraída (123 4 descendo - 1234 subindo) força concentrada na musculatura frontal das coxas. braços em "T"


seqüência 04
Braços no alto da cabeça. Desenhar com o braço direito um "C" de baixo para cima, foco nas mãos para torsão da cervical e da região lombar. Repetir o mesmo desenho do lado esquerdo, sempre focalizando as mãos pois a torsão da coluna é o objetivo do movimento. Repetir em torno de 4 vezes cada lado.

Quem quiser se aprofundar mais:



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isis zahara

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Tribal drum solo choreography with Zoe Jakes & Issam Houshan

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Para as amantes do Tribal Belly Dance Fusion, gostei deste DVD d Zoe Jakes!
Adquira pela White Swan!




(material disponível na internet)

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Exercícios de Kegel - Dança do Ventre como prevenção à flacidez da MAP

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Segue abaixo um vídeo com os exercícios de Kegel, voltados para a contração da musculatura pélvica com o objetivo de fortalecê-la. Durante uma aula sobre ondulações tais movimentos, presentes na técnica de Pilates e Yoga podem ser incorporados e tratados como um tema pertinente e de importância à saúde feminina.


Arnold Kegel, médico alemão dos anos 40, definiu um grupo de exercícios destinados à região da pélvis feminina e masculina, que em decorrência de diversos fatores, obesidade, sedentarismo, idade, maternidade, provocam a flacidez da musculatura e conseqüentemente problemas nos orgãos internos.

"Fatores como a gravidez, o parto e o excesso de peso podem resultar no enfraquecimento dos músculos da pelvis. Os exercícios de Kegel são úteis, em alguns casos, na recuperação da força desses músculos. Os exercícios de Kegel praticados regularmente podem também aumentar o prazer nas relações sexuais, tanto para as mulheres como para os seus parceiros. Depois do parto, a prática destas contrações do pavimento pélvico durante as relações sexuais com uma parceiro masculino, permite um feedback imediato do seu parceiro, que pode dizer se sente ou não os músculos ao contrair à volta do seu pênis. Desta maneira, uma mulher que recentemente deu à luz pode treinar para restituir seus músculos do pavimento pélvico a força e o tónus que tinha antes do parto." (http://pt.wikipedia.org/wiki/Exercícios_Kegel)

A prática da contração pélvica é muito mais antiga do que Kegel, principalmente no Oriente. Nas danças femininas e suas práticas corporais reforçam a contração e expansão dos músculos pélvicos.

Segue abaixo um dos exercícios de Kegel:

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Ondulações da pélvis como exercícios perineais - saúde feminina

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A incontinência urinária, a falta de prazer sexual e outros probleminhas que atormentam a vida silenciosa de muitas mulheres, independente da idade estão relacionados à flacidez da musculatura do períneo.

 
 
 
O que é e onde está essa musculatura? A MAP (musculatura do assoalho pélvico) está situada desde a sínfise púbica (ossinho um pouco acima do clitóris) até o cóccix (final da coluna vertebral perto no ânus), é igual a uma cama de tramas elásticas  responsáveis pela sustentação dos orgãos pélvicos, também a MAP é responsável pela sensação de pressão sentida no ato sexual e na penetração, tanto pela mulher como pelo seu parceiro, sendo portanto, muito importante na sensação de prazer. 
 
A MAP cuida de controlar o fluxo de fezes e gases pois atua juntamente com o esfíncter (musculatura do ânus). Existe  um nervo que atua em  todos os músculos do assoalho, por isso, não há como contrair separadamente o ânus ou a vagina.
Quando a flacidez atinge essa região, os órgãos internos podem pender um pouquinho e causar uma sobrecarga, lesionando bexiga, ovários e útero, portanto, cuide-se!

Faça um teste: quando estiver no banheiro, urinando, contraia abruptamente e veja se consegue estancar imediatamente o xixi, se sim, ótimo, os exercícios serão apenas para a sua prevenção, mas se ao contrair o xixi não estancar imediatamente, atenção! Sua musculatura pode estar enfraquecendo aos poucos.

Exercícios de ondulação camelo executados no chão:
O exercícios postados anteriormente são um excelente método de tonificação da MAP, atente-se em faze-los mais lentamente e ao inspirar e contrair aperte a vagina e o ânus  mantenha, contando até 3 e relaxe espirando. No vídeo você poderá ver que a mesma ondulação é repetida diversas vezes e em diferentes posturas. São 10 minutos diários que poderão significar muito para a sua felicidade.

Os exercícios objetivam uma reeducação postural, uma vez que a pelve deve estar estabilizada, sustentando as vísceras abdominais de forma que os orgãos internos funcionem normalmente e sem sobrecarga.


 

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Dança do Ventre - Ondulação Camelo sem mistérios

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Reservei aqui uma sequência de 12 exercícios específicos para as ondulações da pélvis. Um ótimo trabalho para definir a musculatura abdominal e manter a saúde de seu corpo para uma vida mais saudável. Se você sofrer algum problema de coluna, comece devagar e procure alongar a cada sessão.

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Corpo e intensidade | CPFL Cultura

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Assista agora! Hélia Borges da Faculdade Angel Vianna

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Dança do Ventre - Nomeclatura para movimentos de cabeça e pescoço

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Os movimentos de deslizamento da cabeça sobre o pescoço têm diversos nomes, mas todos seguem uma mesma técnica básica quanto ao princípio da ação em si que acontece na articulação de Atlas, exatamente no final da cervical e que sustenta o crânio. Ter consciência desta articulação já é de grande auxílio no estudo da técnica.




Deslizamento de Atlas lateral ou Cabeça de Serpente: Projete a lateral da cabeça para as laterais, deslizando sobre um linha imaginária logo abaixo do queixo.


Deslizamento de Atlas em círculo horizontal ou Cabeça de Coruja: Projete queixo a frente e deslize para a lateral, trás novamente lateral e frente de forma que um círculo horizontal seja desenhado abaixo de sua cabeça.


Deslizamento de Atlas em círculo vertical ou Cabeça de Coruja vertical: Desenhe um círculo verticalmente à frente de seu nariz. Deslize a cabeça na lateral direita e projete queixo para cima retorne para a lateral esquerda e relaxe.


Deslizamento em 8 horizontal: Deslize a cabeça para a lateral e depois à frente, retorne para trás e deslize para a outra lateral e novamente à frente finalizando um oito imaginário na horizontal.


 Oito Indiano : Este movimento provém do Odissi, dança clássica indiana, é o único em que pode-se pender levemente a cabeça nas laterais. O desenho do oito imaginário é realizado pelo queixo e quanto menor e mais delicado mais definido será o movimento.


Movimentos de cabelo 1/2 Círculo ou Meia Lua: Ao pender a cabeça para uma das laterais deixe que o próprio impulso provoque um leve balanço antes de retornar e pender para o outro lado.


Movimentos de Cabelo Círculo Completo ou Lua Cheia: Deixe cair o pescoço à frente, siga por uma das laterais e deixe cair cabeça para atrás e para a outra lateral completando um círculo completo. Os cabelos devem dar o impulso do movimento.


Movimentos de Cabelo em 8 ou Crina: Ao deixar cair a cabeça para uma das laterais deslize para a diagonal de tràs e erga novamente, centralizando cabeça e pescoço no eixo, caia para a outra lateral e deslize novamente para trás


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Isis Zahara

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O Equilíbrio e Expressividade na Dança do Ventre

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Este artigo tem o objetivo de intercalar as nomeclaturas e atentar para um dado muito importante na dança e que as vezes acaba passando desapercebido na sala de aula.

Não é raro, muitas vezes assistirmos a apresentações de Dança e algumas bailarinas parecerem mortas no palco. Mesmo que a técnica esteja adequada parece existir um vazio naquele corpo que  apenas reproduz combinações matemáticas.



Além da questão simbólica da dança ou da noção de que os movimentos fazem parte de um processo de criação artística e que esse processo deve partir de uma pesquisa e descobrimento do próprio corpo, enfim, há também uma questão técnica que pode auxiliar nesses casos.

O Equilíbrio é uma das ferramentas importantes na dança e a falta dele pode resultar num verdadeiro desastre para qualquer pessoa. Todos sabemos que viver sem o equilíbrio dos sentimentos ou do corpo nos leva a adquirir sérios problemas para a saúde.

Eu utilizo um autor, que gosto muito, Eugenio Barba em seu livro "A arte Secreta do Ator"- apresenta um capitulo inteiro para tratar do equilíbrio e sua importância na interpretação.

O que é o equilíbrio? Uma habilidade do corpo para manter o corpo ereto e mover-se sem cair, mas também é saber adquirir complexidades de movimentos onde esta habilidade se torna  arte.

Eugenio Barba utiliza a explanação de Angelo Morelli em "Anatomia do Artista" para explicar que: "O equilíbrio do corpo humano é uma das funções de um complexo sistema de alavancas constituído de ossos, articulações e músculos; o centro de gravidade do corpo muda de posição em decorrência das diferentes atitudes e movimentos desse complexo sistema de alavancas.."


Mesmo estando imóvel a bailarina necessita apoiar-se em seu centro de gravidade, no centro de seu corpo para manter-se em equilíbrio e precisará contrair e relaxar determinadas articulações para sustentar-se.

Estar imóvel é apenas uma outra forma de dançar, porque as tensões criadas entre as oposições de braços e pernas, nos leva a crer em um conflito de forças internas que cinestesicamente  devem criar a imagem de algo extremamente vivo.
 
Um exemplo simples disso é a postura assimétrica básica:
 
 
 
A postura assimétrica básica nos mostra uma diversidade em oposições de braços, pernas e tronco.
 
O peso está depositado em das pernas, a outra forma uma triagulação, tendo o joelho como topo desta figura geométrica. O calcanhar alto e a ponta do pé sobre o chão criam uma precariedade de equilíbrio que nos oferece a impressão de que o corpo já está em movimento, embora seja apenas uma pose.
 
Assim também os braços  criam oposição entre si quando um projeta-se no alto da cabeça e o outro alinha-se ao longo do corpo ou na linha dos ombros. Importante relaxar ombro, alongar pescoço para que essa oposição faça sentido visual.
 
Mas mais importante é a postura do tronco, que desliza lateralmente em oposição à perna que está flexionada. O deslocamento lateral do tronco provoca uma linha em "S" que se incia no alto da cabeça e finaliza na ponta do pé.
 
Essa linha "S" é tão importante na dança quando executar um shimmy perfeito. Não é por menos que os gregos a apelidaram de linha da beleza.
 
Observe a estátua de Venus de Milo de Alexandros de Antiochia. Veja que o tronco da estátua desloca-e para a lateral acentuando a linha arredondada do quadril, assim também a cabeça pende para o outro lado criando oposição ao tronco.
 
 
A Venus de Milo é um exemplo de como  oposição e o equilíbrio quando utilizados corretamente criam linhas de expressividade que fazem uma postura imóvel ter movimento. Assim ocorre com o corpo, se você adquirir qualidade de equilíbrio em suas linhas de oposição estará tecnicamente desenvolvendo sua expressividade de movimento.
 
 
 
 

 

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Nomeclatura Básica para Dança do Ventre - termos herdados do ballet clássico

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Posturas básicas com a nomeclatura do ballet:
Postura neutra - as pernas levemente relaxadas como base para a maioria dos movimentos.

Demi-plié (meia flexão) - os joelhos dobrados com pés planos.

Grand plié (flexão completa) - os joelhos dobrados, tanto quanto possível, matendo os calcanhares no chão.
 
 
Releve plié  (flexão erguida) – Flexão dos joelhos com elevação dos calcanhares.

Demi Releve ou flat Ball – Meia ponta alta, joelhos levemente flexionados,  peso do corpo centrado no metatarso.

Arabesque - Peso do corpo em uma das pernas, joelhos relaxados proporcionando a liberdade da outra perna, que se posiciona na diagonal traseira em relação ao centro do corpo. 

Nota: os joelhos em plié (flexionados) devem manter-se sempre em paralelo, diferentemente do ballet onde os joelhos se abrem e aparecem.


Também é importante dividirmos em posturas simétrica e assimétricas, isso nos facilita a explicação durante as aulas quanto à posturas de pernas e braços conjugados.
 
Definimos como simétricas todas aquelas em que braços ou pernas estejam alinhados em simetria ou como espelhos, por exemplo os dois pés juntos e braços em "T".
 
À assimetria nos referimos às posturas em que ocorre oposição entre os membros, por exemplo, a postura da Deusa.

Postura Simétrica
Postura básica: pés juntos, dedos apontados para a frente, os joelhos levemente dobrados. Coluna reta, torso erguido, ombros relaxados, pelvis relaxada sem provocar lordose.Procure seu centro de gravidade.

Posturas Assimétricas
Postura Egípcia: peso do corpo concentrado em uma das pernas enquanto a outra mantém-se livre para movimentação. O pé da perna livre, apóia levemente o chão apenas pelo metatarso ou com os dedos apontados para chão, os joelhos levemente dobrados sendo que um deles  forma uma triangulação voltada para frente. Coluna reta, torso erguido, ombros relaxados, pelvis relaxada sem provocar lordose.


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isis zahara

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Danca do Ventre - Nomeclatura Tipos Básicos de Movimentos 01

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Este artigo tem como base uma longa pesquisa na área de dança e corresponde apenas algumas notas sobre a nomeclatura da Dança do Ventre.
Neste momento, não existe uma terminologia padrão para descrever o repertório de movimentos para Dança do Ventre, as convenções e nomenclaturas usada aqui partem da pesquisa de diversas bailarinas, que ao longo desses anos procuram contribuir da mehlor forma possível, mas como, reafirmo, é uma dança de caráter popular e diferentes termos são utilizados para um mesmo movimento, dependendo dos esforços didáticos do professor em descreve-lo para o melhor entendimento dos alunos.
 A terminologia do ballet clássico nos auxilia bastante e cabe à poesia e o nosso imaginário adequar a técnica a um termo que a descreva e ao mesmo tempo  transmita a subjetividade que nos inspira. A técnica da Dança do Ventre pode ser dividida em quatro tipos básicos de movimentos:

Fluente, Staccato, Locomotores, Movimentos de Camadas 

Fluente: São os movimentos  caracterizados fluência ou ondulações.Considera-se que a origem destes movimentos está nos músculos, provoca a ilusão de ser puramente muscular, como se a dançarina não tivesse ossos. Tais movimentos têm uma qualidade líquida, aquosa como de ondas que fluem uma para uma  próxima.
As ondulações traduzem corporalmente a parte melódica da música, mas não quer dizer que elas não estejam presentes durante a percussão.

Staccato: São os movimentos caracterizados por um impulso e que ao diferenciar da onulação, pode-se dizer que a linha do staccato se faz reta, enquanto que o fluente se faz curvo.
Os movimentos de staccato são frequentemente utilizados durante solos de percussão.
Os movimentos parecem ser mecânicos e precisos e respodem ao ritmo com pequenos trancos, criando uma certa tensão.

Locomotores: São combinações de movimentos e variações dos passos básicos. A composição de Fluência e Staccato resulta nos Movimentos Locomotores.

Camadas: Há um conceito importante na Dança do Ventre. Que é a noção de camadas ou o processo de adição de um movimento a outro a ser executado simultaneamente. Por exemplo: um movimento de stacatto ao ganhar velocidade e tornar-se um shimmy oferece liberdade ao quadril acrecentar fluência simultaneamente à vibração. O acréscimo de um peso de base concentrado em uma das pernas promoverá o deslocamento. O movimento resultante é o Movimento Locomotor com Staccato e Fluência. Alguns movimentos em camadas podem misturar fluência e Staccato. movimento de percussão pode ser mergulhado em movimento lírico Carolena Nericcio e Suhaila Salimpour procuram trabalhar com o conceito de Camadas.

Carolena Nericcio - uma das precursoras do American Tribal Belly Dance Style.
Suhaila Salimpour - uma das mais conhecidas bailarinas, coreografas e criadora de técnicas para o American Belly Dance Style.

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Nomeclatura de Braços para Dança do Ventre - anos 70

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 Quando falamos em braços para a Dança do Ventre, direcionamos a aula para um processo criativo em que cada aluna irá descobrir seu estilo e sua forma de dialogar com a música.
 
Por ser uma dança de tradição popular possui técnica híbrida e agrega diversas influências que podem ser observadas nos gestos.
 
Em meados dos anos 70, nos Estados Unidos, as bailarinas americanas desenvolveram uma nomeclatura que atualmente pode estar até desatualizada, mas importante saber e estudá-la.
 

 
Posições para Braços

T – braços abertos e estendidos nas laterais, cotovelos tensionados como se estivessem apoiados sobre uma mesa.

Meio T – braços na frente do torso, cotovelos flexionados e altos ( para tocar snujs).


Meio T cruzado ou Duas Serpentes – bracos cruzados a frente, palmas das mãos tencionadas e voltadas para as laterais.


Alladin – uma das mãos levemente próxima à orelha, palma voltada para o alto. A outra estendida na direção diagonal do corpo, nível médio (altura dos ombros).


Alladin duplo – quando os dois braços erguidos com as palmas das mãos para cima atrás das orelhas.

Coroa de Rá – Braços erguidos, palmas das mãos voltadas para dentro, cotovelos levemente flexionados.

Egipcia – braços erguidos para o alto, cotovelos e pulsos flexionados formando um angulo de 90 graus.

Deusa Egipcia – braços altos, cotovelos flexionados, palmas das mãos voltadas para frente. 

Table Top – braços ao longo do corpo, pulso tensionado em angulo de 90 graus.

 
 
Gênio - Uma das mãos na frente do rosto, palma voltada para frente e outro braço ao na lateral na altura dos ombros.

Gênio  ou dois Peixes – braços na frente do torso, paralelos um ao outro na horizontal.

Deusa – triagulação, uma das mãos no alto da cabeca e a outran a cintura, formando dois triangulos.

L  ou 90 Graus lateral – Um braço no alto palmas das mãos voltadas para fora, a outra  estendida para a lateral, na altura dos ombros, palma voltada para baixo.

Cruzado sobre a cabeça ou Duas Serpentes sobre a Cabeça – braços no alto, pulsos cruzados, palmas voltadas para as laterair.

Pharaonic ou  Grande Serpente – braços no alto, pulsos unidos, palmas voltadas para as laterais.

Press ou Peixe – Uma palma sobre a outra

Lua Cheia – arredonde os braços, flexionando os cotovelos como se segurasse uma bola grande e  emoldure os movimentos de seu quadril, frente, direita, esquerda


S – Braço direito alto, cotovelos levemente flexionados, o outro ao longo do corpo, cotovelos também flexionados.
 

Serpentes Entrelaçadas - Entrelace os pulsos e una as palmas mantendo as mãos sobre a cabeça.

Postura Cigana – S com pulsos torcidos em oposição, as palmas para cima e para baixo, dedos tensionados.

Templo - Palmas unidas no alto da cabeça.

V - Braços estendidos, pulsos retos, palmas das mãos voltadas para dentro, formando um "V".

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