Festival Isis de Baile Oriental - 15 a 21 de março 2010

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Grandes nomes da Dança:Fifi Abdou, Saida e Diana Tarkhan.
Informações pelo site: www.festivalisis.com

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Dança de Bastões com Fifi Abdou em março no Festival de Isis

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3/16/10 • 1:30-4:30


Quem quiser aprender a Raks al Assaya com a grande mestra egípcia Fifi Abdou, ela estará no Festival Isis de Baile Oriental, em 16 de março 2010. 


 O workshop sai por U$250,00 informações pelo site: http://festivalisismarket.com


A Raks al Assaya tem origem no Alto Egito, nas regiões entre Gizeh e Edfu onde pode se ver muitos pastores e agricultores.
Por isso essa dança está ligada aos significados da terra e da fertilidade, uma relação com os momentos de fartura e a felicidade - Said quer dizer Felicidade em árabe.
O bastão representa a masculinidade, a força fálica e fertilizante, dançar com ele é ser tomado pela força mítica do próprio símbolo.


Tahtib é possivelmente a dança mais antiga do Egito, considerada também uma das artes marciais dos tempos faraônicos. 
Segunda a história, os faraós mandaram pintar demonstrações dessa dança nas paredes de seus templos para que seus soldados a aprendessem. 
Originalmente somente os homens dançavam para mostrar seu poder, uma espécie de luta parecida com o maculelê. 
Embora a forma de dança começou entre os homens, atualmente as mulheres também dançam, na forma delicada do Raks al Assaya ou mesmo vestida de homens com pesados bastões.


)O(
Isis Zahara

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Dança do Ventre - elementos importantes em um solo de percussão

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BDSS Radio - The Bellydance Superstars

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BDSS Radio - The Bellydance Superstars

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Dança com Espadas - Raks al Sayf

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A dança com espadas pode ser considerada  uma influência orientalista a partir de pinturas do artista francês Jean- Léon Gérôme (século XVIII) que retratou bailarinas com adagas sobre suas cabeças. 

Mas, não é incomum a existência dessa dança em países como o Egito, a Turquia e a Índia, principalmente entre as tradições beduínas onde as mulheres têm participação nas batalhas. 
 




Dentro do ritual do Zaar, entre as tribos do deserto, as mulheres utilizam espadas para maldizer os espíritos masculinos que lhe tenham feito algum mal, funciona como uma ferramenta de exorcismo.

Também nas regiões afastadas do Golfo Pérsico, a espada é utilizada juntamente com um Daff para retratar as dificuldades da guerra. 




A dança do Ventre ocidental adquiriu parte dessa tradição e adaptou na forma de um espetáculo exótico mesclando técnicas diversas. 
A partir disso, em um processo de criação, é importante desenvolver uma personagem, seja ela beduína ou orientalista para em seguida fazer um levantamento das melodias, dos movimentos e do figurino. Vale estudar com cuidado, pois há um respeito pelas antigas tradições e jogar pela simples sensualidade é quebrar ao meio algo de muito valor.
Saiba que a espada, dentro das tradições rituais, representa o poder sobre os 4 elementos da natureza, sendo portanto, um item de peso dentro de sua dança. Equilibrá-la pode representar muito mais que mero exibicionismo, pode renascer algo guardado durante séculos, religando você à poderosas mulheres do passado.
Será?
é no mínimo instigante, não acha?
 
Eu acho...
Segue aqui uma demonstração de acrobacia com espadas, dentro do contexto de espetáculo, mas vale a pena:


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DANÇA DO VENTRE - Coreografia básica by Neena e Veena

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Alunas, Estudem!
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Isis Zahara






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Jillina, a minha preferida

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Além de ter uma técnica perfeita, Jillina coordena e coreografa as Belly dancers Superstars. Segue aqui um solo de percussão que gosto muito é muita asa para ativar a criatividade quando pensamos em formatar um solo de percussão. É parte de um show no Folies Bergère em Paris:

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Coreografia Tabla - Iniciantes

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Para as alunas das turmas iniciantes que estão começandos os primeiros solos de tabla, segue aqui a revisão de aula com o vídeo para estudar e dançar!

Solo de Tabla - Belly Dancer Supertar Sonia & Issam Houshan (faixa 7)
O ritmo de base é o balady : d-d- tak-da do-tak-da

A coreografia vale como um exercício de incorporação das frases rítmicas para traduzi-las através dos movimentos.


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Dança do Ventre - prevenção e tratamento auxiliar para problemas de coluna

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A importância dos movimentos de solo está nos benefícios que as posturas proporcionam à coluna, prevenindo problemas decorrentes como por exemplo a hérnia de disco, que falaremos com detalhes mais para frente.


Aqui descrevo as dores frequentes, resultado de má postura, falta de exercícios, excesso ou movimentos executados de forma incorreta.






1 - Do comum
Geralmente afetando a reginao das omoplatas ou um pouco acima no músculo do trapézio. Pode ser resultado de um contratura muscular localizada, se manifesta como um nó dolorido. 
Tem como causa a má postura, estresse, ansiedade ou excesso em algum tipo de atividade física. 


2 - Lombalgia comum
Rigidez total da coluna devido à contração brusca dos músculos lombares. O esforço físico, movimentos executados de forma errada causam  deslocamento nas articulações situadas atrás das vértebras, contraturas musculares, estiramento dos ligamentos, fissuras ou pequeno achatamento do disco intervertebral.

3- Ciática
A dor toma toda a coluna, seguindo pela nádega, coxa e pode chegar até os pés. Resultado de lesões do disco intervertebral, que forma uma hérnia e reduz o espaço onde passaria uma das raìzes nervosas. A inflamação provoca uma compreessão dolorosa.


4 - Hérnia de Disco


 A hérnia de disco surge do atrito entre as vértebras e isso pode ocorrer devido a falta de alongamento da coluna e fraqueza na musculatura do tronco e abdômen. 

Pode ser que o caso seja genético, mas em geral a hérnia aparece como consequência do sedentarismo, ou seja, trabalhar muitas horas em uma mesma posição e em má postura. Trabalhos repetitivos que sobrecarreguem a coluna e até exercícios exagerados e sem aquecimento. A hérnia pode doer muito, principalmente quando comprime o nervo espinhal.


5 - Artrose
Quando acontece perda de cartilagem ao redor dos ossos, podendo acontecer em várias articulações do corpo. Depende de fatores genéticos ou do uso incorreto do próprio corpo, seja na alimentação pobre em nutrientes, overtraining, sedentarismo. 
O problema da Artrose nem sempre é a dor, mas, a dificuldade em mover as articulações.


6 - Osteoporose
É a perda de cálcio nos ossos, tornando-os mais fracos, ocorre em todo o corpo e é mais comum em mulheres após a menopausa. A prevenção é feita por exercícios e dieta rica em cálcio.


Além do tratamento médico e da fisioterapia, a Dança do Ventre pode auxiliar o processo de recuperação do paciente. 
Como? Os movimentos são voltados para o fortalecimento da musculatura abdominal, os oblíquos e as costas e quando são corretamente direcionados proporcionam potência aeróbica, força e flexibilidade corporal.
As ondulações oferecem alongamento lombar ideal e fortalecendo os quadríceps, estabilzando a coluna. 
Os movimentos de pescoço e cabeça alongam as vértebras superiores enquanto que ondulações de torso fortalecem todo o tronco, vértebras dorsais e diafragma.
Dançar com véus trabalha com antebraços, bíceps e tríceps se fortalecem.


Mas, antes de ter um problema mais grave, como prevenir? 


Se você sente uma dor forte atrás das pernas ou está sempre com dores no que chamamos nervo ciático, fique atenta se você também sente formigamento ou fraqueza muscular nas nádegas. O início de uma hérnia tem início com esses sintomas.


Solicite à sua professora  que, além dos movimentos de dança, inicie as aulas com um bom aquecimento, de preferência utilizando as técnicas do Pilates ou Yoga. Tanto uma como outra privilegiam o centro de força ou abdômen e trazem a você uma consciência corporal e isso resulta na conquista de uma postura correta no seu dia a dia. 


Quando terminar a aula solicite um alongamento, com preferência para as torções evitando lesões e problemas posteriores como os destacados no início do artigo. 


Não execute nada em exagero, tudo que é demais pode ser um veneno para a sua saúde. Não menospreze aquecimentos e alongamentos, além de prevenirem doenças eles tornam seu corpo apto a avançar cada vez mais.


Aquecimento para aula de Dança do Ventre:


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Suhaila Salimpour - 1985

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Najwa Fouad - 1973

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Estilo de Suhaila Salimpour e Najwa Fouad

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Sempre falo, em minhas aulas, quando estudamos a história da Dança do Ventre, na importância de se fazer comparações técnicas entre as bailairnas conhecidas. É um processo que nos leva perceber a conexão histórica dos movimentos e observar que cada bailarina ao criar seu estilo nutre-se e muito de suas mestras ou musas inspiradoras.
Por exemplo, gosto muito de uma bailarina que re-inventou o Tribal Belly Dance, a Rachel Brice, pois bem, ela é aluna de Suhaila Salimpour e tem em seus braços uma sombra visível da Delilah.
Mesmo que sua dança seja inovadora e de um estilo ímpar, ela traz um histórico, um contexto técnico que trançou toda uma rede de diferentes combinações para algo que nos parece novo e diferente o, Tribal Fusion Belly Dance.
Assim sigo para o tema da conversa de hoje, Suhaila Salimpour.
Suhaila traz como herança materna, o germen do American Belly Dance Style, ela filha de Jamila Salimpour a precursora do movimento nos Estados Unidos, mãe indireta do estilo Tribal.


Se assistirmos as danças de Suhaila, começando pela sua primeira, como profissional (Sukara dance) lá pelos anos 80, há uma série de combinações visíveis de serem identificadas na grande musa, Najwa Fouad. 


Assista e compare!


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Isis Zahara

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Delilah dances Angel

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Danças de Solo e American Belly Dance - estude com Delilah

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Eu não gosto muito de dizer quais movimentos são mais adequados em um solo de Dança do Ventre. Prefiro dizer que eu gosto de tudo e que você pode utilizar absolutamente tudo o que quiser em sua coreografia,mas,atente-se para isso: depende de como você irá inserir determinado elemento ao dançar.
Algumas bailarinas ficaram famosas por determinados estilos e de acordo com um contexto histórico, como é o caso da Delilah, maravilhosa dançarina, que se destacou em plena década de 80 nos Estados Unidos.
Atualmente pode parecer um pouco sensual demais ou até vulgar, porque ela explora a fundo as posturas e ondulações no chão, as famosas: sereias.
Eu particularmente gosto de uma dança dela "Angel" e utilizo nas aulas de chão e para ilustrar o estilo: American Belly Dance em oposição com a estrutura coreográfica da Suhaila Salimpour, uma outra bailarina da época e, talvez mais conhecida atualmente.
Aqui vai um conselho, se você puder aproveitar as qualidades de cada bailarina será, obviamente, enriquecedor para a sua técnica e o seu estilo. 
Assista Delilah e estude nela as posturas e belly rolls, os braços são lindíssimos e perfeitos, gosto muito.


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Isis Zahara

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Melea Laff - Mahmoud Reda coreography

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Melea Laff

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Melea Laff - verdade ou fantasia?

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A palavra originária do árabe, melea laff  e que significa lenço enrolado tem em sua origem duas teorias. 

A primeira é a de que Mahmoud Reda, famoso coreógrafo egípcio tenha criado uma personagem feminina, cômica e sensual, com algumas características inspiradas na moda e nas mulheres de Alexandria.

A melea laff, é uma criação livre e moderna e não uma tradição pertencente ao folclore.

A segunda delas é a de que Mahmoud Reda se inspiriou em uma dança popular entre os pescadores de Alexandria. Essa dança teria raízes e influências gregas, ainda de quando o Egito foi dominado pela Grécia na Antiguidade - a cidade de Alexandria (nome dado por Alexandre o Grande) promoveu no passado rituais em devoção à deusa Afrodite Marina. É possível encontrar estátuas gregas de dançarinas cobertas com longas túnicas o que reforçando essa hipótese. 
Acredito nas duas hipóteses, primeiro, porque no passado houve nas culturas mediterrâneas danças rituais em homenagem à deusas marinhas e que ressaltavam partes do corpo referentes à fertilidade, como os quadris, os seios e o ventre. Isso se perdeu com o tempo, mas resquícios culturais sempre se mantêm de alguma forma, mesclam-se a novos e não sabemos mais diferenciar o que é novo e o que é antigo. 
 
 Mahmoud Reda criou sim, juntamente com Dr. Mo Gedawi, uma dança moderna, utilizou figurino da época (anos 60) e coreografou um pequeno teatro Mas, acredito que os passos utilizados das dancas populares podem ter vindo de uma origem longínqua, por que não!?
De qualquer forma, a Melea laff tornou-se um clássico da danca moderna egicpia a ser interpretado e recriado a cada dia. E tornou-se tnao popular que algumas pessoas acreditam ser parte do folclore.

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Isis Zahara

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Hagalla -Mahmoud Reda

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Hagalla - dança das mulheres beduínas

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Escrevo aqui um pouco mais sobre as danças do deserto.
Mahmoud Reda trouxe ao Ocidente sua versão da dança Hagalla, uma coreografia muito bem estruturada e completa que tornou-se conhecida pelas dançarinas do mundo todo e passou a ser base de estudo dos movimentos como o twist e pequenos saltos presentes no folclore egípcio.


O movimento iniciado por Mahmoud Reda, na década de 60, correspondeu a uma virada do Egito para a cultura egípcia, pois até então, a preocupação das dançarinas era justamente copiar gestos e movimentos das danças ocidentais.


O que é o Hagalla?

A palavra é um nome feminino, mas também é utilizada quando se refere a pulos, saltitar e corresponde ao mesmo significado do Said, felicidade.

Podemos pensar na expressão: "Pular de Alegria", pois bem, é uma dança tradicional dos beduínos, presente no deserto do Sahara entre líbia e Egito, cuja versão teatral,retrata uma mulher dançando para um grupo de homens. Ela escolhe um deles para ser seu esposo.

Atualmente o Hagalla é interpretado por diversos grupos folclóricos e bailarinas de dança do ventre e dispensa esse pequeno teatro, podendo ser dançada apenas com mulheres.

A música utilizada para essa dança segue um repertório dividido em três partes:

Shehaywa - Introdução ritmica e um coro anunciando o início e repetindo um refrão que geralmente conta a história do casal apaixonado.

Ghennaywa - solo musicado ou improviso de um poeta cantando sobre o amor.

Magruda -  retorno do coro anunciando o desfexo da história e repetindo novamente o refrão.




O ritmos de base são:

Fellahi 2/4

Malfouf 4/4

Saidi 4/4



 
As beduínas vestem-se com a idumentária de uso diário, um longo vestido parecido com um kaftan, durante os shows adornam-se com figurino de tecido mais leve e colorido enquanto que as dançarinas de dança do ventre vestem o modelo criado por Mahmoud Reda, sobre o vestido baladi colocam uma saia bem rodada com vários babados para ressaltar o movimento dos quadris. Tradicionalmente cobre-se os cabelos com um manto negro chamado Tarha.


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Isis Zahara

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Dança do Ventre - Como fazer um top fácil e barato

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Logo nas primeiras aulas de dança do ventre já sentimos vontade de ter um figurino dos nossos sonhos. Mas nem sempre é possível adquirir aquela roupa deslumbrante.
 
 
 Segue aqui algumas dicas para você ter seu primeiro top em alto estilo. E pense que para a parte do quadril não há necessidade de um cinturão. Se você souber fazer uma saia com estilo e decorar com alguns apliques semelhantes ao top, perfeito!



 


 
 
 

Material:
1 capa de almofada indiana (bordada)
1 soutien com bojo do tipo push up
miçangas (de preferência compondo com a cor da almofada)
elástico largo 10cm de altura (tire as medidas de busto e e da própria alça)
elástico medio 5cm de latura para os ombros
tira decorada com lantejoulas
Pedaços de cetim na mesma cor da almofada.
tesoura
linha e agulha



1 parte:
Corte a parte de cima em 4 triângulos e forre o busto do soutien com dois dos triângulos.

 

 
 

2 parte:
Corte as laterais do soutien e costure o elástico, faça o mesmo com as alças, prefira alças que passem por trás do pescoço.





 
 
 
 
 
 

 
3parte
Comece a bordar livremente, acompanhando o os desenhos. Guarde os outros dois triângulos para fazermos apliques para a saia.


 
 
 

 
4 parte:
Utilize o forro da almofada, geralmente de cetim, para forrar as laterais.Deixe uma folga na hora de costurar, para não ficar muito apertado.
 
 
 
 
5 parte:
Siga as medidas do seu busto e costure  o elástico maior nas extremidades logo abaixo do busto. Com o outro elástico tire a medida entre um ombro e outro, decore com a tira de lantejoulas (procure esticar o pedaço quando estiver pregando o tecido decorado).
 
 
 
 




6 parte:
Na foto acima eu utilizei uma tira normal com feixo para o o top, mas, preferi o elástico que é mais fácil de vestir durante uma troca e outra em shows.
Na foto abaixo é um detalhe dos apliques que você poderá fazer e depois apenas costurar sobre a saia.
 
 
 
 


Não é difícil e nem caro. E veja o resultado do conjunto completo.
 
 
 

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Isis Zahara

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Crie o seu estilo e não dê a mínima para o que os outros falam....

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Quando tratamos de criação artística, considero um terreno muito complicado para determinar o que é certo ou errado. Claro que existe uma dose importante de bom senso e que cabe ao coreógrafo ou ao professor saber conduzir. Mas, não há justificativa significativa para negar ou aceitar certas combinações ou classificar alguns figurinos como "old Fashioned". 
Acho que quando a interpretação tem uma qualidade considerável não importa muito se a bailarina que está dançado repete mais movimentos do que deve, convenhamos, qualidade técnica é uma coisa, mas, dançar é mais do que matemática! Pois bem, não pense que somando 45 combinações diferentes você terá uma performance impecável! 
Será impecável, sim, se você souber, antes tudo, o que está dançando, a música, o ritmo, e qual a personagem que interpreta e contando sim com uma técnica apurada.
O mais importante: divirta-se em sua dança, ela é um momento sagrado, re-signifique os gestos que podem estar desatualizados ou aquela roupa que talvez, muitas bailarinas considerem fora de moda! 
Na hora de dançar lembre-se: os sons da Terra falam mais alto, mulheres muito antes de você nascer dançaram e dançam com os pés descalços, sobre um chão de areia, as roupas são puídas, mas elas se conectaram e se conectam como nenhuma outra, aos sons e fluídos do Universo.


)O(
Isis Zahara

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Dança do Ventre técnica Básica - descrição

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Fluência As linhas fluídas correspondem à deslizamentos e ondulações e como o próprio nome diz, pretendem dar a ilusão ininterrupta de diversos movimentos ligados um ao outro. 


Redondo Simples ou
Movimento de rotação da cintura pélvica 1
 
Etapas:
Encaixar o abdômen à frente, curvatura da lombar para dentro (encaixada), peso do corpo distribuído sobre os pés.
Projetar um dos ilíacos para a lateral do corpo, peso depositado sobre o mesmo lado, joelho levemente estendido.
Desencaixar os quadris quando o peso do corpo estiver sobre os calcanhares.
Projetar o outro ilíaco para a lateral do corpo, peso depositado sobre o mesmo lado.
       
Redondo Pequeno ou
Movimento de rotação da cintura pélvica 2
 
 Etapas:
1. Projeção do abdômen à frente, curvatura da lombar (lordose artificial), peso do corpo distribuído sobre os metatarsos.
2. Alongar um dos ilíacos para a lateral do corpo, peso depositado sobre o mesmo lado.
3. Retornar a curvatura da lombar “encaixando” o quadril, peso distribuído sobre o calcâneo.
4. Alongar um dos ilíacos para a outra lateral do corpo, peso depositado sobre a lateral, retornar ao ponto de início do movimento.


 
 
Redondo Grande ou
Rotação da cintura pélvica e rotação da coluna vertebral
 
Etapas:
1. Afastar as pernas e flexionar levemente os joelhos.
2. Projeção exagerada do abdômen à frente, curvar toda a coluna vertebral para trás, peso do corpo distribuído sobre os metatarsos.
3. Deslocar um dos ilíacos para a lateral, peso do corpo sobre o mesmo lado, porém, estendendo o joelho, coluna vertebral em oposição ao quadril projetado.
4. Peso do corpo distribuído, joelhos flertidos, quadril projetado para trás e coluna vertebral curvada para frente e para baixo.



 
 
 
Oito maia ou
Rotação vertical da cintura pélvica (de cima para baixo) 
 
Etapas:
Projetar um dos ilíacos do eixo do corpo para a lateral externa, peso do corpo na lateral oposta, desenhar um arco de cima para baixo. Encaixar e projetar do outro lado.
 
 
Oito Oriental ou
Rotação vertical da cintura pélvica (de baixo para cima)
 
Etapas:
Peso do corpo na lateral que se iniciará o movimento, projetar um dos ilíacos para lateral externa, desenhando um arco de baixo para cima.
Ao projetar um dos ilíacos, transferir suavemente o peso de um lado ao outro, isso se faz erguendo o calcanhar e esticando os joelhos do lado em que se executa o movimento.


 


Oito de frente para trás ou
Rotação horizontal da cintura pélvica (de frente para trás)
 
Etapas:
Peso do corpo distribuído, projetar um dos ilíacos na diagonal frontal e desenhar um arco horizontal, torcendo o quadril para trás, encaixar.





Oito de trás para frente ou
Rotação horizontal da cintura pélvica (de trás para frente)

 
Etapas:
Peso do corpo distribuído, projetar um dos ilíacos na lateral e desenhar um arco horizontal, torcendo o quadril para frente.        




Ondulações da Pélvis
Camelo ou Ondulação pélvica (para cima)
O movimento do camelo surge da projeção dos glúteos pára frente, seguido de encaixe de quadril e contração do abdômen.
 
Etapas:
Projetar o abdômen à frente (pélvis projetada para baixo) desencaixando o quadril, peso do corpo sobre os metatarsos.
Encaixar o quadril (pélvis projetada para cima) e retornar ao eixo do corpo, transferência de peso para os calcanhares.
Ondulação Contrária ou
Ondulação Pélvica (para baixo) 
 
Etapas:
Mantendo os joelhos flexionados, quadril encaixado, pernas alinhadas lateralmente, contrair o alto ventre e projetar a pelve à frente acentuando o desencaixe do quadril, retornar projetando os glúteos para trás.
 
 
 
Stacatto
São os movimentos que marcam diretamente os acentos rítmicos da música.


 

 
Batida Lateral ou 
Projeção lateral da cintura pélvica
Mantendo os pés paralelos e alinhados com os ombros, flexione os joelhos alternadamente fazendo com que o quadril mexa de um lado para o outro. Procure graduar a velocidade.      
Os movimentos de batida lateral de quadril variam de acordo com o ritmo da música, a seqüência pode ser duas ou três vezes para cada lado, ser feita de acordo com a criatividade da dançarina.


 
 
 
Quebrado ou
Projeção dos ilíacos para baixo
Mantendo o quadril encaixado, pés alinhados, alterne os joelhos forçando o desnível na linha da cintura. Imagine que as laterais do seu quadril são duas teclas que devem ser pressionadas para baixo alternadamente. Nos Estados Unidos, o quebrado é conhecido por Typer-writer Butt.
Tremidos ou Vibrações
 Inicie o movimento alternando rapidamente os joelhos num curto espaço de tempo. Aos poucos o quadril começa a vibrar e todo o corpo parece tremer. A partir desta codificação básica do movimento, a dançarina poderá unir o shimmy aos movimentos de ondulação ou experimentar alternâncias de peso e arriscar pequenos deslocamentos.

 

Shimmy simples – alternância dos calcanhares e funciona como uma batida lateral em tempo acelerado.
Shimmy horizontal – alternância dos ilíacos frente e trás ou twist em tempo acelerado.
Shimmy vertical – contração da musculatura inferior da coxa e dos glúteos, flexão sutil dos joelhos, sem alternar e leve vibração da articulação do sacro.
Choo Choo – vibração simples com calcanhares erguidos ou meia ponta e twist. 

Posturas de Braços e Pernas

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